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Formatos e estilo

Convites de casamento online — modelos e textos

Um olhar sobre o que estás mesmo a escolher: em que difere um convite num link de uma imagem num chat e de um cartão impresso, que estilo de modelo combina com que tipo de celebração, e o mínimo que o teu texto precisa para que ninguém tenha de perguntar o local duas vezes.

Tudo o que precisas para o grande dia

Do convite à lista de convidados — tudo num só lugar

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Escolhe um modelo, preenche os dados — o teu site está pronto. Sem designers, sem trabalho de maquetização.

Um link único

O teu convite fica em wedify.fun/rita-e-tiago. Partilha-o em qualquer app de mensagens.

Confirmações de presença online

Os convidados confirmam a presença na própria página. Cada resposta chega ao teu painel.

Modelos bonitos

Designs para todos os gostos. Muda as cores, os tipos de letra e as fotos para combinar com o teu estilo.

Mesas e ementas

Plano de mesas, ementa e números de mesa no estilo do teu convite, prontos para imprimir em PDF.

Os formatos que um convite de casamento pode ter

Contados a sério são cinco — e a maioria dos casais acaba com dois: um principal para enviar e um de reserva para os convidados que preferem assim.

  • Uma página de convite com o seu próprio link. Abre no navegador de qualquer telemóvel e tem o horário do dia, um mapa, o dress code e um formulário de resposta. A data ou o local podem ser corrigidos depois de enviado — o link mantém-se igual.
  • Uma imagem numa aplicação de mensagens. Rápida e grátis, mas só cabem os nomes, a data e o local: tudo o resto os convidados acabam por perguntar em privado. E ao fim de uma semana já está enterrada no chat.
  • Um cartão impresso numa tipografia. Bonito nas mãos e certo para um casamento pequeno em que os convites são entregues pessoalmente. Mas há a tiragem, os envelopes, a entrega — e um único erro custa uma tiragem inteira nova.
  • Um PDF que imprimes tu. O meio-termo: o layout monta-se online e a impressão faz-se na tipografia ao lado de casa, em papel grosso se quiseres. Funciona quando há vinte convidados e vais vê-los a todos antes do dia.
  • Um convite em vídeo. Chamativo e demorado a fazer; como formato único não se aguenta — ninguém quer copiar um local e uma hora de um vídeo, por isso precisa sempre de um texto ao lado.

Como escolher o formato para o teu casamento

Não comeces pelo que parece mais bonito, mas por como é a tua lista de convidados. Quatro perguntas resolvem a escolha quase sempre.

Quantas pessoas. Até vinte, dá para teres papel e entregares cada um em mão. A partir de cinquenta, a entrega vira um projeto de duas semanas por si só, e um convite digital ganha só pelo tempo.

De onde vêm. Se metade dos convidados vier de outra cidade, precisam de mais do que a data e o local — precisam da viagem, de onde ficar e a que horas chegar. Nada disso cabe num cartão; precisas de uma página que possas ir completando.

Quanto falta para a data. Uma tipografia, com layout e entrega, são duas a três semanas no mínimo. Com um mês pela frente, não há muito por onde escolher.

Se precisas de respostas. A partir de trinta convidados, o «quem é que vem» deixa de caber na cabeça. Um formato em que a resposta chega sozinha poupa-te dezenas de mensagens.

Modelos de convite: escolher o estilo

Os convidados leem o estilo antes das palavras: diz-lhes logo se isto é um jantar à luz de velas ou uma festa até de madrugada. Por isso escolhe-o a pensar no local e no ambiente do dia, e não só no teu gosto pessoal.

Clássico — para uma celebração num restaurante ou numa quinta com muitos convidados de todas as idades. Minimal — para um loft e uma reunião pequena. Botânico e aguarela — para uma cerimónia ao ar livre e para o verão. Temas escuros e modernos — para uma festa em que toda a gente vai de preto.

A partir daqui é mais fácil ir pelo olhar: as coleções estão agrupadas por ambiente, e dentro de cada uma dá para ver como um modelo funciona como um todo.

O que escrever num convite: a versão curta

O texto assenta em cinco coisas e tudo o resto é decoração: quem se casa, em que data, a que horas chegar, onde exatamente e até quando responder.

Eis como testar um texto pronto: dá-o a alguém que não saiba nada dos teus planos. Se essa pessoa conseguir dizer a data, a hora e o local de cor, está pronto para enviar.

Há dois extremos em que as pessoas costumam cair. Demasiado seco: «Nina e Artur. 6 de junho, 16h, O Romãzeira» — serve para um chat, mas soa a linha de calendário. Demasiado longo: três parágrafos sobre como se conheceram, com o local só lá no fim — metade nunca chega a ler até lá.

O meio-termo que funciona são quatro ou cinco linhas com uma frase viva no meio: «A Catarina e o Tomás casam-se a 6 de junho. Discutimos semanas sobre o formato e ficámo-nos por uma coisa: o que importa é quem está à mesa. Vem até O Romãzeira, Rua do Jardim n.º 12, às 16h. Confirma até 10 de maio.»

Se o que precisas é de um texto pronto em vez dos princípios, há vinte versões para diferentes ocasiões reunidas noutro artigo: formais, mais próximas, curtas para mensagens, para os pais e para os amigos.

Quem recebe qual convite

Os convidados nunca são todos iguais, e manter um único formato para cem pessoas é teimosia sem motivo. A lista costuma dividir-se sozinha em três.

A maior parte — amigos, colegas, gente da tua idade. Recebem o link numa mensagem, e é a opção mais tranquila que há: a página abre logo e a resposta chega do mesmo sítio.

Familiares mais velhos. Também vão abrir o link, mas muitos preferem ter o convite na mão — imprime a página ou faz uns cartões em papel no mesmo estilo e entrega-os tu mesmo. São esses cinco minutos que as pessoas agradecem à parte.

O padrinho, os pais, o círculo mais próximo. Normalmente diz-se-lhes de viva voz e o convite chega depois, como lembrete com os detalhes. Aqui uma palavra pessoal pesa mais do que o design.

O convite não é a única coisa impressa num casamento

As pessoas lembram-se disto tarde, embora o estilo seja mais fácil de decidir de uma vez por todas. Além do próprio convite, um casal costuma precisar de mais três coisas.

Um save-the-date — uma mensagem curta três a quatro meses antes, se os convidados vierem de fora: só os nomes e o dia, para haver tempo de reservar viagens. O convite completo chega mais tarde.

Um lembrete um ou dois dias antes, com a hora e o local exatos. Não precisa de design próprio, e ainda assim é sempre o que se esquece, e nessa manhã metade dos convidados liga a perguntar.

Impressos para o próprio dia: ementas, plano de mesas, números de mesa, cartões de lugar. São feitos no mesmo estilo do convite — e os nomes vêm da tua lista de convidados em vez de serem escritos à mão.

Perguntas frequentes

Que formato escolher se os convidados têm idades muito diferentes?

Envia o link como formato principal: abre tanto no telemóvel antigo de um neto como no tablet de uma tia. Para as três ou cinco pessoas que realmente querem o convite na mão, imprime a página ou encomenda uns cartões em papel. Fazer uma tiragem de cem por causa de cinco convidados não faz sentido.

Quantos convites preciso — um por convidado ou um por família?

Por família, se convidas casais ou pessoas com filhos: um convite para «Ana e Pedro e os filhos». Convites separados vão para quem convidas sozinho e sem acompanhante. Com os convites digitais, de qualquer forma, não é uma questão de dinheiro mas de como te diriges às pessoas: o link é o mesmo, o nome no topo é o de cada convidado.

Em que difere um save-the-date de um convite?

No para que serve. Um save-the-date sai três a quatro meses antes e diz uma coisa só: vamos casar-nos neste dia, não marquem nada. O convite chega seis a oito semanas antes e responde a tudo o resto — a que horas chegar, o local, o horário, o dress code, até quando responder.

Um convite digital pode ser impresso?

Sim, e acontece muitas vezes: o envio principal vai por link enquanto se imprime uma dúzia de cópias para os familiares mais velhos e para guardar. O layout de impressão é feito no mesmo estilo da página — os tipos de letra e as cores não se desencontram.

Como escolho um estilo se o casamento não tem tema nem cor?

Olha para o local e para a estação do ano: um restaurante com toalhas brancas — clássico; um loft — minimal ou os temas modernos mais escuros; uma cerimónia ao ar livre no verão — botânico e aguarela. Se mesmo assim não decidires, pega na paleta do teu ramo: com o convite e as flores nos mesmos tons, o resto do estilo sai sozinho.

Tenho de pagar para ver como fica?

Não. Qualquer modelo abre no editor sem registo e sem pagamento: podes colocar os teus nomes e a data, adicionar fotos e ver o convite terminado por completo. Pagas uma vez, e só para a página abrir aos convidados através de um link.

E se encontrar um erro no local depois de enviar?

No papel, significa imprimir tudo outra vez; numa aplicação de mensagens, significa correr atrás de todos com um pedido de desculpa. Com um convite num link, a correção fica visível de imediato e para todos: o endereço da página não muda, os convidados abrem simplesmente a versão corrigida.

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